- PD 1 ano
- –
- Distância ao default
- –
- Valor dos ativos
- –
- Ponto de default
- –
Régua de rating
Posição da empresa e das listadas do grupo na escala interna. Cada traço é uma empresa listada.
Passo a passo
Sensibilidade
Rating do modelo (antes do ajuste por auditoria) variando a volatilidade e o múltiplo entre o 1º quartil, a mediana e o 3º quartil do grupo.
Comparação com o grupo
Empresas listadas do grupo
Recalculadas com as mesmas premissas de μ e horizonte. Ações ilíquidas aparecem esmaecidas e ficam fora das medianas.
Como o modelo funciona
- Listadas: para cada empresa da B3, o valor de mercado das ações e a volatilidade de 1 ano entram no modelo de Merton, que devolve o valor dos ativos (V) e a volatilidade dos ativos (σA). Esta última mede o risco do negócio sem o efeito da dívida.
- Proxies: σA e o múltiplo V/EBITDA são resumidos por setor, subsetor e segmento da B3. Só entram ações líquidas (200+ pregões e volume mediano de R$ 500 mil/dia ou mais). Bancos, seguradoras e holdings ficam de fora.
- Empresa fechada: V = múltiplo do grupo × EBITDA recorrente (sem ganhos não recorrentes). O ponto de default é a dívida de curto prazo mais 50% da de longo prazo.
- Distância ao default: DD = [ln(V/D) + (μ − σA²/2)·T] / (σA·√T). A PD é N(−DD).
- Calibração: a PD teórica do Merton é ajustada à frequência de default observada nas empresas da B3 entre 2022 e 2026 (recuperações judiciais e extrajudiciais, Chapter 11, vencimentos antecipados e outros). A curva é PD calibrada = 1 / (1 + e−(a + b·log10 PD teórica)).
- Rating: a PD escolhida (calibrada ou teórica) é convertida na escala interna. Demonstrações não auditadas rebaixam um nível.
A amostra de calibração tem cerca de 25 empresas que entraram em default, então a curva é uma estimativa com margem de erro larga. A visão de empresa fechada separa bem os extremos, mas pouco as faixas do meio: na calibração, as PDs vão de cerca de 0,8% a 8%.